Como parte a onda
A onda começa onde a ondulação de noroeste enrola na ponta e dobra para dentro da enseada. O takeoff levanta depressa sobre a laje, e a primeira parede é a parte mais rápida: um drop cavado e um bottom turn que têm de chegar a horas, porque a secção já vai a correr. Passa-a e a onda desce a ponta em paredes compridas, algumas esticam-se para as manobras, outras despejam sobre a laje em tubos a sério quando a direção da ondulação e a maré se entendem.
O que separa os Coxos do cliché do point break é a maneira como partem. Não é uma parede mole e decrescente onde te encaixas e vais andando: a onda rebenta sobre uma laje de rocha com a pancada de um recife, e nos dias maiores há secções inteiras a fechar de uma vez. O bowl final sobre a laje do inside é o ponto de exclamação da onda e a sua armadilha, oco e com pouca água na maré errada. Os locais discutem qual é a melhor secção. Ninguém discute a força.



